Cobrar cada noite passada,
Cada risada,
Cada lugar em que a Lua não se pôs não é decifrar segredos com intenção de machucar.
Cada noite passada é passada e isso já basta .
Corre o tempo, passam os meninos e por aqui é que eu fico
Não é o fim do poço ,não é a luz do túnel.
Não basta.
Não basta viver nem querer,
Prender ou soltar.
Imaginar ou fazer birra por sentir,
Para sentir...
Almas são almas e isso já basta
Cheias ou vazias são almas
Desejam, confundem e se fundem
Dançam a dança do momento para se arrepender depois
E isso não basta.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
sábado, 23 de agosto de 2008
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
No bloco dos humildes alguém tão distante quanto eu.
No cordão de balançar e não cair.
Suando mão suada que já não suava.
Torto-torto passei,torto voei e foi por aí.
Tenho medida do andar dessa paixão.
Sou em segredo filho da contradição.
Agarro chance que nem se é pra mim.
Não tento o não, mas nunca fugi de um sim.
Foi seu cabelo preso naquela flor.
Charme pequeno o tempo que agigantou.
O sorrisão ainda brilha, mas aflito.
Dessa história só quero o "leve irrestrito"
Que o pesar já não faz minha cabeça
Feito de carne mesmo que o sangue não queira
É só desejo ou é só amor
É só bobeira...
No cordão de balançar e não cair.
Suando mão suada que já não suava.
Torto-torto passei,torto voei e foi por aí.
Tenho medida do andar dessa paixão.
Sou em segredo filho da contradição.
Agarro chance que nem se é pra mim.
Não tento o não, mas nunca fugi de um sim.
Foi seu cabelo preso naquela flor.
Charme pequeno o tempo que agigantou.
O sorrisão ainda brilha, mas aflito.
Dessa história só quero o "leve irrestrito"
Que o pesar já não faz minha cabeça
Feito de carne mesmo que o sangue não queira
É só desejo ou é só amor
É só bobeira...
quarta-feira, 6 de agosto de 2008

- Seu cavalo tem pernas curtas!
dei de ombros
- Esse tombo é iminente!
conselhos nunca me importaram...
Importam agora?!
O gingado mudou,
Se o cavalo desandou a refugar foi por um bom motivo,
Seu trote no chão se esvaiu rumo a lua e hoje ilumina até minhas marés,
É o farol, é Alexandria, é a coisa toda!
- Mas quem sempre foi da terra nunca tira pé inteiro do chão!
duvido de tudo hoje em dia...
- Ih , sei lá hein...
- Pois é, eu também.
terça-feira, 5 de agosto de 2008

Faltam palavras
e sinto muito
nenhuma sensação é sobra
Vejo certa dificuldade em soltar o laço
e há certa apreensão em andar na escuridão
O lenço deixa as pernas livres...
os braços soltos..
Faltam palavras
e sinto muito
nenhuma sensação é sobra
O lenço faz com que me lembre de ritmar a respiração...
os braços soltos..
as pernas livres...
Provo aquilo que me esquecia que era possível provar,
sem pressa.
Descontruo tudo e depois recomponho de novo, e de novo e de novo....
e recomponho provando o novo, de novo, de novo...
e sinto muito
nenhuma sensação é sobra
Vejo certa dificuldade em soltar o laço
e há certa apreensão em andar na escuridão
O lenço deixa as pernas livres...
os braços soltos..
Faltam palavras
e sinto muito
nenhuma sensação é sobra
O lenço faz com que me lembre de ritmar a respiração...
os braços soltos..
as pernas livres...
Provo aquilo que me esquecia que era possível provar,
sem pressa.
Descontruo tudo e depois recomponho de novo, e de novo e de novo....
e recomponho provando o novo, de novo, de novo...

Pra ter luz ?
Brilha, brilha que é luz !
Pra chegar alto ?
Voa, voa que é fácil !
Brilha voando !
Voa brilhando !
Vai vagabundo !
vai pirilampo !
Tudo da terra é de comer!
Tudo no céu há de cair!
Fogo no fogo!
Comida no prato!
Tudo é pouco!
Nem tudo é raro!
Brilha voando!
Voa brilhando!
Vai vagabundo!
Vai pirilampo!
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