terça-feira, 30 de setembro de 2008

Pazdelia.

eu penso nisso e é perder tempo
vivo em uma falha e rolo por ai
brincando para baixo
eu espero muito com graça e amor
me mantenho em forma da paz
carrego a face com desanimo
eu vou quebrar meu coração
e nao quero o céu
a paciência que ele dá

matando o silencio
degustando mentes abertas
nos conte, chame isso
muita pressão para a minha cabeça

bonita com flores no caminho
e o meu próprio perigo vai longe
porcelana filtra meia dor
tocando sua figura
posso idealizar esse momento?
desça as escadas
como eu e minha fé
apenas sobre nós
e todas as cores de suas mãos

matando o silencio
degustando mentes abertas
nos conte, chame isso
muita pressão para a minha cabeça

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Circolorido.

Circolorido tudo é picadeiro pra você

Boa noite senhoras
Senhores não vão se atrever

Brilho em azul e roxo
Assim te vejo voar
Lá de cima o tombo nunca vai anunciar

Treme, treme, treme o corpo de te ver
Fujo do palco,
Aplausos raros perto de você
que tem o jeito certo de prender minha atenção

Cresce a lona e se compro o circo é capaz de crescer o anão.

Cult-Cult

Cult é o caralho
Enfia o vintage no rabo do indie

Mata o Almodovar
E aquela banda que imita Joy Division

Já foi cabelo de lado
Quadriculado a bolinha
E o colorido do tal do new hippie

Foda-se o som grego
A calça atolada no rego
E a bosta da graça da sua "t-shirt"

Tira o óculos preto
Rasga esse ar de prefeito
Da merda de Sp Nerd City

Quer ser raro?
Enfia a cabeça na bosta
Rebelde quase chique
Tudo que a mamãe não gosta
Diferente é ter vivência
E não proposta
Tatua a rereferência do filme cool nas suas costas?!

Chama Sol

O cigarro que larguei aceso
A fumaça no peito
A tatuagem estragada com a dança parada

Decoração imprudente do corpo que cai
O calor duplica a tangente
A escada é luta sem ar

Saboreando o dom da preguiça
Esperando o dia acabar
A luz é coadjuvante como o livro na estante
Cinza escuro de pó e cinzas

E quando o Sol sair sou eu que vou raiar
O infinito espera bem do lado de lá
E quando o Sol raiar sou eu que vou sair
O infinito é pequeno só pra quem sabe fugir.

Folia estreita.

Eu só quero folia num pinguinho de dia
Tira o ranço do rosto é o que desfaz o desgosto
É a cachaça bem leve que constrói a alegria
Desvia a rota do olho acostumado com o pouco

Aquele plano não foi de viver
O sol queimou bastante em você?
Não tem mais graça, não tem mais calor
É tudo estreito cheio de espaço

Sobra tempo pra cantar se quiser
Um pouco a menos de suor se quiser
O tempo é pouco não se engane meu rapaz
Folia a mais.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

O mar é teu.

Como grande chuva me inundou
Me sinto em paz
Me veio em paz
Cabelo ao vento, você que me esperou...
Assim não há como lamentar
Sei que só pode ser você
Embora sem o peso que isso pode ter

Simbora no barquinho que o mar é teu...
De canto ou ladinho tudo que se vê..... é teu
O horizonte , o sorriso que isso seja meu

Pequena, hoje é dia de celebrar
Pequena
Deixa o mar mansinho e vem pra cá
Pequena
Aperto o passo se for pra te achar
Pequena

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Fim do Bouquet

Cabeça de porco sentado na mesa não quer dançar
O fino do moço, o fundo do poço é pra alcançar
Você quer o troco
Eu quero o osso
Não vai durar.

Estique a boca aberta em silêncio, o doce vai chegar
Lambuze o teto da boca é desejo que se faz

Só não perceba que ele não vai ver
O grande engano do fim do bouquet
Comas as flores e o resto do crochê

A dançarina sempre foi você.

Sonhos do B.

Nao me dói duvidar,
Me dói é ter certeza
Ao menos me diga um não
Não forje essa nobreza

Desça do altar
Não brinque de princesa
Eu vejo no seu olhar
Muito mais do que pensa

Muito mais que a sua crença

A verdade um dia apenas
Se é grande o esforço me desculpe pequena

Beba mais se for pra dizer
Mais um gole do seu vinho
Sinta a culpa toda em você
Em casa ninguem se sente sozinho

Quando nao sabe desanda a correr
Mas as vezes nem sabe o caminho
É tudo rápido e sério em você
Não é moral e não é carinho

Um pouco mais que carinho...

A verdade um dia apenas
Se é grande o esforço me desculpe pequena

Vida crua

Corte com faca
Arranque sua dor da ultima veia que sobrar
Sujo por toda a vida
É só um dia pra se orgulhar
A boca em nó
O nó do nojo que tanto fez e te calou
Estandarte carregado, cravejado de rancor
Em um peito maculado por palavras sem valor.

Desculpe o tom,
O desafino,
Vida crua não se importa com o destino
Desculpe o tom,
O desatino,
Vida crua não se importa com o destino

Corte com faca
Arranque sua dor da ultima veia que sobrar
Sujo por toda a vida
É só um dia pra se orgulhar
A boca em nó
O nó do nojo que tanto fez e te calou
Estandarte carregado, cravejado de rancor
Em um peito maculado por palavras sem valor.

Desculpe o tom,
O desafino,
Vida crua não se importa com o destino
Desculpe o tom,
O desatino,
Vida crua não se importa com o destino

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Escudo de risos

Não, não, não. Não peça perdão
Mas não negue aquilo que meus olhos veêm.
Seu pano é grosso, mas olhos atentos descobrem
Quem é você?
Afinal quem devo ver?
Escudo de risos não servem pra proteger
Segredos no fundo dos olhos
Quem é você?
Já vi moscas e serpentes por ali
No fundo do fundo das coisas é tudo assim.
Me mostre o lado que queira
Eu vejo você.
Se aperte em fatos renegados
Vai aparecer...
Escudo de risos não servem pra proteger
Segredos no fundo dos olhos
Quem é você?
Quem é você?
Já vi moscas e serpentes por ali
Afinal quem devo ver?
Biópsia

Você não quis aceitar nem ir embora de graça
Fez miséria pra levar contigo um pedaço
O maior pedaço que conseguiu
Dona não foi tão cruel assim
Teve sangue rolando na cena e um pouco de cena no sangue pulsando
Portas fechando e a cara aberta sem trégua ou marca maior
Sei que não te conheço, mas nao pense saber meus segredos
Lamento um pouco, mas sei mentir
Cavando fundo sem paz em ti
É o caminho que decidiu então não faça menção a mim

Que você caia fundo e tenha medo sempre
O amor será tão duro,
Vingando o meu presente


Vai olhar pra trás, vai me ver pequeno na estrada
Se perceber que nada nada nada sobrou
Vai ser perfeito
Pq eu sou feito de pena e estou inteiro
Pesado em calibre forte sem fuga frágil
É teu o seu pedaço , seu desejo , o seu escárnio
Cavando fundo sem paz em ti
É o caminho que decidiu então não faça menção a mim

Que você caia fundo e tenha medo sempre
O amor será tão duro,
Vingando o meu presente

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Santa paz?

Na santa paz?
Na santa paz de Deus?
Quem quer paz?
Quem quer Deus?
Quem faz paz?
O que é que Deus faz?

Quem faz Deus?
Quem faz Deus?
Quem faz santo ?
E o milagre?
E o pranto quem cura?
A sua paz e a loucura?
É só paz!
É só santo!
É só paz!
É só Deus!

Se é humano!
É engano !
É segredo !
É profano !
É só paz !
É só santo !
É só paz !

É só Deus !

Quem faz paz?
Quem faz Deus?
Santa paz?
Santo Deus?
O milagre e o adeus
Tanta faz !

Tanto "Deus"...!
Quando tú não vens.

As vezes quando tú não vens
Em transe fico a te esperar
Sentado em cores que não lhe dei
Em prosa e brisa de ventar

Só pode ser rara eu sei
Se assim o tempo vai parar
Roxo é o mundo que pensei
Aconchego pra te ver dançar.

Ela flutua .
É Deusa do tempo
Nas flores de Deus
Doce do meu desejo

Se cala é só porque quer
O silêncio come o que fascina
Sustenta a face de mulher
Em um instante volta a ser menina.

Pagando caro por só ser
Estrada, ou luz que pouco faz
Escravo entregue sem temer
O cravo, a pena e o luar

Ela flutua .
É Deusa do tempo
Nas flores de Deus
Doce do meu desejo

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Ramelo

Calado, calado , calado ,calado,calado
Falando, falando, falando besteira
Sem trégua, sem rédea, sem leito, sem leite, sem peito, sem eira nem beira
Perdido no meio do pasto soltando o laço fazendo careta

Sheueiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Juro que vou explodir
Sarandoooooooosarandooooooooosarandoooooosarandooooooo
Que é?que o céu vai cair...?!

Cabeça no prego sem tacha/tarracha que faça subir
pra baixo ,pra baixo ,nada quase pra ser feliz

Sheueiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Juro que vou explodir
Sarandoooooooosarandooooooooosarandoooooosarandooooooo
Que é?que o céu vai cair...?!